quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Documentário “O Povo Brasileiro”: Capítulos de 1 a 10 - Darcy Ribeiro

TEMÁTICA: Cultura Brasileira

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ORIENTAÇÕES para elaboração da atividade

  • Assistir o capítulo de acordo com a orientação do professor;
  • Responder às questões e apresentar GABARITO no caderno para visto do professor (escrever as questões assinaladas)



Capítulo 1 – “Matriz Tupi” 

LINK: https://www.youtube.com/watch?v=rQOPdiEdX24



Questões do cap.1
1.  A imaginação do autor, ao comentar o vídeo, é de um mundo daqui a:
a)  30 anos
b)  40 anos
c)  50 anos
d)  60 anos
e)  70 anos

2. O primeiro alerta feito pelo autor a respeito do futuro do Brasil é que
a)  precisa ser construído, o futuro precisa ser inventado.
b)  os índios precisam ser ensinados e civilizados
c)  o encontro dos descobridores com os índios os colocava em situação de subserviência
d)  os índios precisam ensinar os brancos a se relacionarem com a natureza  
e)  os índios ajudariam no desenvolvimento e exploração do Brasil

3. Segundo a narrativa, uma das características mais notáveis dos povos indígenas era:
a)  a ótima receptividade que tiveram com os descobridores
b)  o interesse em trocar produtos por sua mão-de-obra
c)  a hospitalidade e acolhimento aos descobridores
d)  o conhecimento e interação com a natureza, no que tinham alegria e gozo de viver
e)  a facilidade em servir os “brancos”

4. Os índios, ao ver os colonos pela primeira vez, imaginaram que estes
a)  eram deuses que com eles vieram conviver no paraíso.
b)  que eram uma outra cultura chegando e que fariam deles objetos para os seus ganhos.
c)  eram de uma cultura que os transformaria em ninguém.
d)  eram de uma cultura que os transformaria em grandes personagens da história.
e)  os ajudariam na exploração do pau Brasil, cana de açúcar, ouro e diamantes.

5. Em um grupo indígena, o chefe é
a)  o mais velho e que tem um longo histórico de vitória em guerras.
b)  o representante da tradição, da experiência, da cultura da tribo.
c)  o mais velho e que tem facilidade em rituais de curandeirismo.
d)  o mais jovem, mas que teve êxito em todas as batalhas e caças.
e)  o que tem facilidade em dar ordens e formar o maior número de súditos.

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Capítulo 2 – “Matriz Lusa”


LINK: https://www.youtube.com/watch?v=PQEdi0f5i_w



Questões do cap.2

 1. A “Matriz Lusa” conta a história de Portugal, formada por uma estreita faixa de terras premidas entre o mar e a Espanha e, com algo em torno de um milhão, a um milhão e meio de habitantes, para sobreviver nestas condições, este teve de contar com estratégias
a)  de invenção de equipamentos para avançar pelo continente em busca de novas terras para implantação de colônias
b)  de construção de navios pesqueiros para sobreviver do comércio e exportação
c)  marítimas com a invenção de navios de alta tecnologia, equipados com leme fixo e velas, além do uso de bússola e astrolábio
d)  científicas para facilitar as invenções da bússola e do astrolábio
e)  políticas para negociar com países vizinhos a passagem por terra

2. Entre as nações que mais contribuíram para o desenvolvimento tecnológico de Portugal estavam:
a)  Os árabes, os chineses e os judeus
b)  Os latinos, os espanhóis e os romanos
c)  Os árabes, os espanhóis e os judeus
d)  Os holandeses, os celtas e os judeus
e)  Os chineses, os judeus e os espanhóis

3. Segundo a narrativa do vídeo, a nação portuguesa se formou essencialmente:
a)  Pelo fato de já ter uma língua e um projeto de nação bem definido.
b)  Pelo fato do rei D. Henrique, “meio doidão”, também professar a heresia utópica dos três reinos, de acordo com a trindade.
c)  Pelas novas tecnologias aplicadas à navegação e com um sentimento de Nação se consolidando, o que faz Portugal avançar para as glórias da imortalidade.
d)  após combate com os espanhóis, na luta pela manutenção de suas fronteiras e na luta pela expulsão dos (mouros*) árabes.
e)  Pelo estabelecimento de feitorias, uso de escravos índios e africanos que se tornaram a marca da expansão comercial portuguesa.

4. Segundo o relato de Judith Cortesão, Portugal e Brasil foram grandemente influenciados pela cultura moura que, até hoje, essa influência é percebida, sobretudo através
a)  Da paisagem urbana
b)  Da gastronomia
c)  Da religião
d)  Das tecnologias marítimas
e)  Da maneira de vestir

5. Segundo o relato de Darcy Ribeiro, o fato do rei D. Henrique pregar uma heresia: o tempo do Pai, o tempo do Filho e o tempo do Espírito Santo, era o que motivava as pessoas para viver um tempo “perfeito”, um “paraíso na terra”. Essa crença levou as pessoas a viveram uma grande
a)  Mentira.
b)  Ilusão.
c)  Religião.
d)  Fantasia.
e)  Utopia.
*os mouros eram povos de origem árabe, habitantes do Norte da África que conquistaram a península Ibérica – Portugal e Espanha.

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Capítulo 3 – “Matriz Afro”


LINK: https://www.youtube.com/watch?v=vwj1GBEYr_s



Questões

1. Povo africanos, vindos de Angola, do Congo, de Moçambique, da Nigéria, do antigo Daomé, e que formaram a matriz afro do povo brasileiro, teve como principal causa do seu desembarque no Brasil
a)  O crescimento econômico através de sua força de trabalho.
b)  Trazer para o Brasil as religiões de matriz africana.
c)  Trazer a cultura e danças africanas, como a capoeira.
d)  Implantação de técnicas de fabricação de cerâmica, de agricultura e criação de gado.
e)  Influenciar a fuga de escravos e se organizarem em quilombos.
2. Para aqueles africanos, Deus é a criatura incriável, o princípio de tudo e acima de tudo, sem ter tido um princípio, um começo. A Ele chegavam, estabelecendo vínculos e laços, através de seus antepassados. Os primeiros clãs, os ancestrais mais longínquos exerciam o poder político e também o religioso. Além dessas crenças, eles também acreditavam que os mortos eram responsáveis
a)  Pela nomeação dos governantes.
b)  Pelos cultos.
c)  Pelo medo.
d)  Pela fertilidade.
e)  Por lavrar a terra.

3. A vida era o que existia de mais sagrado, o ser supremo da criação. A ética dos povos africanos era vital e, porque não dizer, profundamente humana. Por isso podemos considera-la
a)  Etnocêntrica.
b)  Egocêntrica.
c)  Antropocêntrica.
d)  Teocêntrica.
e)  Necromântico.

4. Eram divididos em três classes: a aristocracia, os homens livres e os escravos. O rei era diferente de todos. Considerado sem-família por causa de seu ato incestuoso e, por isso, governava todas as famílias. Essa autoridade também lhe concedia
a)  Somente o poder econômico e político.
b)  Poder sobre os encantamentos, ou poder dos feiticeiros.
c)  Capacidades para a guerra.
d)  Poder sobre a natureza.
e)  Poder sobre os mortos.

5. Na aristocracia, o Reino do Congo empregava os negros “alças” no cultivo do campo, além de serem usados como soldados. Os europeus e os africanos quando se “encontraram” estavam plenamente de acordo com a mão-de-obra
a)  de trabalhadores livres.
b)  escrava e que também servisse como moeda de troca.
c)  remunerada.
d)  implantada com igualdade e justiça.
e)  que não fosse escrava e nem servisse como moeda de troca.

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Capítulo 4 – “Encontros e Desencontros”

LINK: https://www.youtube.com/watch?v=KH6JaVAz5LI



Questões
Leia a poesia de Miguel de Cervantes, que nos mostra sua visão do Brasil da época.

1. O novo mundo foi refúgio e amparo para os desesperados,
2. abrigo dos falidos,
3. salvo condutos dos homicidas,
4. apoio e proteção para os jogadores,
5. chamariz de mulheres perdidas,
6. engano comum de muitos e remédio particular de poucos.

De acordo com o contexto do vídeo, indique a alternativa que melhor identifica o significado dos versos nas questões de 1 a 3.

1. O significado mais adequado para o verso 1 é:
a)  As pessoas condenadas por crimes graves na Europa seriam isoladas no Brasil.
b)  A nova terra seria utilizada por pessoas foragidas da justiça na Europa.
c)  Enfim as pessoas com problemas psiquiátricos teriam uma terra só delas.
d)  O Brasil era uma nova terra que poderia oferecer um porto seguro.
e)  A terra seria um paraíso onde todos seriam iguais.

2.  Os versos 2 e 3 tratam, respectivamente, de:
a)  As pessoas poderiam construir suas casas e prisão para criminosos.
b)  A nova terra poderia oferecer o recomeço para alguns e nova chance para condenados.
c)  A nova terra seria sempre um lugar pobre e cheio de criminosos.
d)  O Brasil seria uma terra falida e sem leis.
e)  A nova terra seria falida pela corrupção, onde os condenados ficariam isolados.

3.  A sequência de palavras que melhor interpretam os versos 4, 5 e 6 estão, respectivamente, na alternativa:
a)  Amparo, busca e gozar a vida.
b)  Repulsão, atração e gozar a vida.
c)  Proteção, prostituição e depressão.
d)  Prostituição, mentira e cura.
e)  Amparo, atração e atenua os males da vida.

4. A nova terra teve várias denominações: Ilha de Vera Cruz, Terra Nova, Terra dos Papagaios, Terra de Vera Cruz, Terra de Santa Cruz, Terra Santa Cruz do Brasil, Terra do Brasil, Brasil. Mas, o principal objetivo dos exploradores, segundo o vídeo, era
a)  Desenvolver a colônia e transformá-la em um grande país.
b)  Implantar na Colônia um sistema econômico conhecido como “cunhadismo”.
c)  Transformar a terra em uma Colônia produtiva.
d)  Explorar os minérios da terra e, em seguida, proclamar sua independência.
e)  Desenvolver a terra como um grande polo agroindustrial.

5. Segundo Darcy Ribeiro, a única forma de “desfazer” os povos indígenas é quebrando sua continuidade. Nesta afirmação, o autor descreve as várias formas de extermínio desse povo, entre às quais estão:
a)  Catequizar juntas crianças indígenas de tribos diferentes, escravizar e contaminar com pestes e doenças graves.
b)  Escravizar, guerrear e impor sua cultura.
c)  Guerrear, escravizar e contaminar com pestes e doenças graves.
d)  Explorar as riquezas indígenas, destruir suas plantações e escravizar.
e)  Poluir seus rios, queimar as matas adjacentes e escravizar.

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Capítulo 5 – “Brasil Crioulo”

LINK: https://www.youtube.com/watch?v=Eem0OtW0AHw



Questões
1. Segundo a narrativa do autor, o Brasil, no início do século XVI, era “um moinho de espremer gente”. Com esta afirmativa, o autor quis dar ênfase
a)  No sucesso do Brasil na fabricação de carvão.
b)  No fato do Brasil utilizar grande número de escravos para a exploração do petróleo.
c)  No sucesso econômico do Brasil através da exploração escravocrata.
d)  Na formação da região crioula, que ia do Pernambuco à Bahia.
e)  No projeto do Brasil em formar províncias culturais negras, como Bahia, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

2. O primeiro modo de ser do brasileiro foi:
a)  A forma medieval de governar.
b)  A relação cordial entre o senhor e o escravo.
c)  Pelo respeito do senhor em relação aos escravos.
d)  Por ser uma civilização baseada na produção do açúcar.
e)  Por oferecer moradia e boas condições de vida aos negros.

3. Segundo a narrativa do vídeo, indique a alternativa que aponta para as mais importantes conseqüências sociais da abolição da escravidão no Brasil.
a)  Os negros foram completamente abandonados e discriminados, mas superaram rapidamente essa condição.
b)  Os negros foram para as cidades e viveram de forma marginal, tendo dificuldade de classificar socialmente.
c)  Os negros foram assistidos socialmente e preparados para serem consumidores dos produtos oferecidos no mercado consumidor.
d)  Os negros receberam cotas nas instituições de trabalhos e universidades, dando, assim, condições para sua prosperidade social.
e)  Os negros se tornaram vitimas sociais, mas o governo propôs pagar-lhes dignamente uma indenização pelos serviços prestados para a sociedade.

4. De acordo com a narrativa os negros puderam dar respostas vigorosas à situação em que se encontravam, sobretudo às indicadas na alternativa
a)  Criaram um mundo cultural paralelo.
b)  Espalharam-se pelas cidades, minas canaviais e cometeram crimes nesses locais.
c)  Montaram vários quilombos para provar suas capacidades sociais e econômicas.
d)  Organizaram-se em partidos políticos para concorrer com o governo.
e)  Organizaram-se em associações e sindicatos para reinvidicar melhores condições.

5. Considerando o contexto histórico mostrado no vídeo, indique as soluções encontradas pelos negros para vencer os desafios sociais e que deu origem ao chamado “Brasil Crioulo”
a)  Luta, luta contra o racismo, guerra.
b)  Afirmação da raça negra, luta contra o racismo, rebelião.
c)  Criação, rebelião, organização.
d)  Luta, formação de Quilombos, luta contra o racismo.
e)  Criação, permanência, reinvenção.

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Capítulo 6 – “Brasil Sertanejo”

LINK: https://www.youtube.com/watch?v=ViKWM8JImgY




Questões
1. Nesta parte do documentário “O Povo Brasileiro”, Darcy Ribeiro afirma que existe um outro componente do Brasil: “aquele que foi criado pelo gado”. O autor refere-se
a)  às fazendas pertencentes aos coronéis no Nordeste brasileiro.
b)  à Caatinga, terra hostil e o lugar mais difícil de se viver.
c)  ao sertão brasileiro, onde existe abundantes terras produtivas.
d)  às fazendas no Nordeste que são grandes produtoras agropecuárias.
e)  ao Norte o Nordeste brasileiros, regiões que sofrem com seca.

2. Considerada como “uma gente diferente”, o sertanejo tem sua origem
a)  dos ameríndios e os brancos que vieram da Europa.
b)  da mistura dos europeus que se relacionaram com escravos.
c)  dos índios e brancos misturados com os negros marginalizados.
d)  na mistura entre os ameríndios e os brancos mestiços.
e)  dos brancos mestiços e negros que receberam sua carta de alforria.

3. Segundo a narrativa do documentário, o que mais está envolvido na cultura nordestina é
a)  música e a poesia sertanejas.
b)  a vivência no sertão.
c)  a vasta tecnologia agrícola aplicada na região.
d)  as artes nordestinas.
e)  dança sertaneja.

4. Leia o texto de Capistrano de Abreu citado no documentário e responda a questão.
“De couro era a porta das cabanas, o rude leito aplicado ao chão duro, (...); de couro todas as cordas, a borracha para carregar água; o mocó ou alforge para levar comida, a mala para guardar roupa, mochila para milhar cavalo, (...), as bainhas de faca, (...), a roupa de entrar no mato, (...); para os açudes, o material de aterro era levado em couros puxados por juntas de bois (...); em couro pisava-se tabaco para o nariz”
De acordo com o texto acima e a afirmação cultural defendida no documentário, estabelece o Nordeste como
a)  Região com grande Know-how (experiência técnica) na produção agropecuária.
b)  pólo industrial da indústria de calçados e derivados do couro.
c)  grande produtor de gado bovino e seus derivados, sobretudo o couro.
d)  as artes nordestinas ficam conhecidas, mas não revelam sua realidade cotidiana.
e)  grande celeiro cultural da música brasileira e do carnaval.

5. O cangaço foi movimento social ocorrido no sertão nordestino durante o fim do século XIX e início do século XX. Foi caracterizado por atitudes violentas por parte dos cangaceiros. Segundo o documentário, o cangaço deve ser entendido a partir do coronelismo, prática de cunho político-social representada pelos “coronéis” (ricos fazendeiros), durante a Primeira República 1889-1930. O coronel era o senhor absoluto. Dono da vida e da morte. Formava um aparelho para estatal. Zelava pela lei, mas também impunha a sua própria lei. Controlava os meios de produção, detendo o poder econômico, social e político local. O coronelismo gerou a sua antítese: o cangaço, que tinha Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião, como o cangaceiro de maior destaque.
De acordo com o texto acima e o narrado no documentário, o cangaço tinha como principais causas de suas atuações enfrentar, através da violência, o poder dos coronéis e, por isso
a)  a busca do próprio enriquecimento através do roubo, fortalecendo o movimento.
b)  buscava resolver o problema da seca no Nordeste.
c)  aterrorizava as cidades, com roubos e seqüestros de figuras importantes.
d)  saqueava fazendas para empobrecer os coronéis, enfraquecendo o seu poder.
e)  revoltava-se à situação de miséria no Nordeste e descaso do poder público.

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Capítulo 7 – “Brasil Caipira”

LINK: https://www.youtube.com/watch?v=rLSXvtCJb_k



Questões

1. Nesta parte do documentário, podemos entender o verdadeiro conceito de “caipira”. De acordo com a narrativa do documentário, o caipira é o morador de uma área cultural que Darcy Ribeiro chama de “Paulistânia”, que abrange 
a)  o Estado de São Paulo.
b)  Minas Gerais e Goiás.
c)  parte do Mato Grosso e Paraná.
d)  Espírito Santo e Rio de Jairo.
e)  Todos citados acima.

2. A Paulistânia descobriu enorme quantidade de ouro, iniciando assim, o chamado “ciclo do ouro”, que atraiu, rapidamente, 300.000 pessoas, dando origem à cidade de Ouro Preto-MG. Quando o ouro se acabou, a diáspora espalhou essa gente, para áreas de novas minas (Goiás e Mato Grosso), mas muitos ficaram. De acordo com o documentário, essas pessoas, remanescentes na região, conhecidas a partir daí como “caipiras”, foram obrigadas a descobrir novas formas de sobrevivência, entre as quais estão
a)  plantação de milho, fabricação de queijos, abrindo novas minas de ouro.
b)  criação de suínos e bovinos, plantação de milho, fabricação de queijos.
c)  agricultura, pescaria, criação de porcos.
d)  as artes religiosas, e agricultura.
e)  a autoria de músicas sertanejas de raiz, a agricultura e agropecuária.

3. No decorrer desta parte do documentário, o Brasil vive uma nova transformação: o Ciclo do Café. Florestas são derrubadas e o infortúnio da escravidão se estende agora para a cafeicultura. E, culturalmente, novas fusões se fazem, com a incorporação de diversas culturas, promovendo uma “indiferenciação” cultural. Essa nova herança cultural dos caipiras foram originárias
a)  dos indígenas, dos portugueses e africanos.
b)  dos africanos, portugueses e nordestinos.
c)  dos nordestinos, portugueses e indígenas.
d)  dos portugueses, nordestinos e africanos.
e)  dos indígenas, portugueses e nordestinos.

4. O documentário informa que “a sociedade se desintegra”. Esta afirmação significa que
a)  o sistema de comunicação de massa afirma que todos têm condições de consumo.
b)  as pessoas alcançam condições de consumo e todos realizam seus desejos.
c)  a marginalização é fruto de desenvolvimento das sociedades urbanas.
d)  a escola não ensina, a igreja não catequiza e os partidos não politizam.
e)  não existe sistema de comunicação de massa.

5. Segundo a narrativa do documentário, o que ocorreu com a cultura caipira?
a)  Está viva através da música sertaneja.
b)  Foram inclusos nos programas do Bolsa Família .
c)  Foi extinta.
d)  Preservam seus valores.
e)  São responsáveis pelas Festas Juninas.
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Capítulo 8 – “Brasil Sulino”

LINK: https://www.youtube.com/watch?v=-nXuLrlatXo



Questões

 1. O “Brasil diferente”, assim denominado por Darcy Ribeiro, tem sua formação cultural originária

a)  da mistura dos povos guaranis, dos gaúchos e gringos
b)  da misturas dos mamelucos, gaúchos e paulistas
c)  da misturas dos gaúchos, paulistas e portugueses
d)  da mistura dos povos guaranis, os jesuítas missioneiros e portugueses açorianos
e)  dos gringos espanhóis, dos portugueses e paulistas

2. Os gaúchos deram origem à etnia nascente, típica e bem característica e orgulhosa de sua condição. Esta outra matriz, segundo o documentário, tinha como base econômica a 
a)  churrascaria.
b)  vaquejada.
c)  tourada.
d)  cerveja.
e)  gadaria.

3. Além do projeto político, um dos projetos mais bem sucedidos realizados pelos jesuítas, Judith Cortesão chamou de
a)  Catequização.
b)  Lavagem cerebral.
c)  Desbravamento.
d)  Missão.
e)  Celebração.

4. O habitante sulino tem, além de sua formação pelos portugueses açorianos, os portugueses da Póvoa de Varzim. Posteriormente, houve também a presença negra. A quarta presença no sul é a de outros imigrantes europeus, introduzidos como imigrantes pelo governo brasileiro. Estes últimos, ativaram e modernizaram a economia sulina. Nas zonas desabitadas, entre as fronteiras dos principais núcleos do país, vivem um destino comum dentro do quadro nacional. A narrativa refere-se a esta quarta presença, aos imigrantes de origens
a)  italiana, germânica e portuguesa
b)  italiana, germânica e francesa
c)  italiana, germânica e holandesa
d)  italiana, germânica e polonesa
e)  italiana, germânica e norueguesa

5. Sobre os principais problemas da região, o documentário narra o fato de que as famílias foram se multiplicando e as terras se tornando pequenas e poucas, formando uma população excedente. E o antigo gaúcho se transforma em peão, carrapato, xanga, reserva de mão de obra. Mas no sul se forma um dos mais fortes conceitos de Nação. Nação formada de território e de instituições soberanas, mas acima de tudo por um sentimento alicerçado na memória que transforma o sul no mais vasto, rico, plástico e vital laboratório de aculturação (fusão de culturas diferentes). E este sentimento, que cultiva o regional, sem jamais abandonar o nacional, segundo o documentário, é conhecido como
a)  pertencimento.
b)  unificação cultural.
c)  Exclusão social.
d)  Inclusão social.
e)  organização.

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Capítulo 9 – “Brasil Caboclo”

LINK: https://www.youtube.com/watch?v=t-h4ieI_qB4



Questões

1. O documentário apresenta, aqui, um Brasil mais profundo; o mais bonito dos Brasis, o Brasil caboclo, o Brasil amazônico, das riquezas e dos povos da floresta. A narrativa exalta as belezas naturais. “A Amazônia é uma beleza incomparável”, é o “jardim da Terra”. “A exuberância e mistério, fizeram com que a Amazônia entrasse na história como um reino do mito, era o El dourado: lugar fabuloso do ouro e da prata e dos minerais preciosos; das mulheres guerreiras, de gigantes e de anões, homens com os pés voltados para trás; das drogas e das plantas fantásticas”: o “Brasil Caboclo”, que tem sua origem formada
a)  das mulheres guerreiras, de gigantes e de anões.
b)  da mistura de muitos índios e poucos portugueses.
c)  dos homens pré-históricos que ainda habitam por lá.
d)  da mistura de poucos índios e muitos portugueses.
e)  dos índios ianomâmis e gigantes portugueses.

2. De acordo com a narrativa do documentário, a língua falada pelo caboclo era
a)  português de Portugal.
b)  português do Brasil.
c)  tupi.
d)  tupi-guarani.
e)  tupi e português do Brasil.

3. A partir de 1880 ocorreu a primeira grande transformação, que marcou o seu maior florescimento econômico. A borracha abriu um ciclo econômico vinculado com a exportação, com a Europa. Para lá é que eram drenados todos os recursos. O seringueiro levava uma vida desgraçada e que conheceu uma nova forma de exploração, o sistema de aviamento. Este sistema consistia em que o seringueiro
a)  comprava mercadorias, para suas necessidades básicas, com desconto.
b)  pagava todas as suas dívidas com os donos das fazendas.
c)  Os acertos entre fazendeiros e seringueiros eram sempre justos.
d)  recebia adiantadamente as mercadorias que precisava: comida, roupas, pólvora etc.
e)  era um sistema que elevava o seringueiro a posição de grande investidor.

4. Depois da primeira guerra o cenário muda. A Malásia domina o mercado da borracha e aqui ocorre a debandada. Empresários se suicidam, casas e palácios começam a ruir e Manaus, a primeira cidade brasileira a ter telefone, energia elétrica e bondes, na década de cinquenta nem energia elétrica mais tinha. Um novo período de desastres se reabrirá com o projeto dos governos do Regime militar: abrir a Rodovia Transamazônica. Queriam levar a modernidade à região. Porém, inauguraram uma nova “via crucis” de conflitos agrários e de destruição de áreas indígenas. Segundo o documentário, estes conflitos tiveram como consequência mais conhecida
a)  a morte de Chico Mendes.
b)  a transformação de Manaus no maior polo industrial do Brasil.
c)  a abertura da Rodovia Transamazônica.
d)  o desenvolvimento da região, elevando-a à posição de maior região exportadora.
e)  a inauguração de um sistema de rodovias eficiente e econômico.

5. Segundo a análise feita por Darcy Ribeiro, na Amazônia “vive o povo mais culto (...) do Brasil. Tem milhares de anos de sabedoria herdada, de convívio com a natureza e de saber sobreviver nela”, sem degradá-la. O que, na visão de Darcy Ribeiro, seria necessário para a região ter uma economia rica, sem destruir as pessoas e a cultura?
a)  Ensinar os nativos as novas técnicas da pescaria e do plantio, para levar o desenvolvimento.
b)  Ensinar os caboclos a cultura do restante do Brasil, para este se desenvolva.
c)  Explorar as áreas da Amazônia, com o objetivo de levar o desenvolvimento a este povo.
d)  Incentivar o desmatamento para que, com estes recurso natural, possa desenvolver a indústria madeireira.
e)  Incorporar o cupuaçu, o bacuri e tantas outras frutas típicas, numa agricultura organizada, além da criação de peixes e de jacarés.

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Capítulo 10 - “Invenção do Brasil”

LINK: https://www.youtube.com/watch?v=Lrht0v5HOXg


Questões

 1. Judith Cortesão, nos fala do mito português, a partir do maravilhamento do descobrimento. Os “descobridores” da nova terra, encantados com a paisagem exuberante e a aparência daqueles homens e mulheres belíssimos e de rosto cândido, comunicaram a Portugal que, sem dúvida, teriam chegado
a)  à tropicália.
b)  ao paraíso terrestre.
c)  ao Brasil.
d)  na Índia.
e)  em uma selva perigosa.

2. O processo construtivo nacional não se deu em um “mar de rosas”. Apesar de se dizer que o povo brasileiro tem a “cordialidade” como característica central, houve conflitos de toda ordem que dilaceraram a história brasileira: étnicos, sociais, econômicos, religiosos, raciais. Nunca houve conflitos puros. Cada um se pintou com as cores dos outros. Houve entrechoques de índios, negros e brancos e sempre vivemos em estado de guerra latente. Essa narrativa nos traz o conhecimento que o processo de formação do povo brasileiro foi sempre
a)  cordial.
b)  gentil.
c)  sangrento.
d)  pacífico.
e)  harmônico.

3. Após a Independência do Brasil, conspirações, revoltas e guerras marcaram os caminhos da nossa configuração como povo e como país. Todos brigaram contra todos e as lutas não cessaram. Houve lutas pela independência e após ela, como nos atestam a Revolução Farroupilha, a Sabinada e a Guerra de Canudos e outros levantes sertanejos.
Segundo a narrativa do documentário, a Guerra de Canudos lembra o mito português do “sebastianismo”, sendo uma das heranças mais bonitas que temos, lembra Darcy. Antonio Conselheiro, beato, arrebanhava milhares em torno dele. “Ele viria com seus exércitos para redimir o seu povo, matando os fazendeiros, os donos da terra, a gente canalha”. E eles poderiam plantar para comer. Segundo Darcy Ribeiro, o que mais apavorava os fazendeiros nesta situação era o fato de que
a)  os sertanejos criariam seus próprios gados, fariam as suas próprias roças e comeriam o que plantavam e, ninguém mais faria isso para eles.
b)  sua religião poderia se espalhar até suas fazendas e assim, combatessem a injustiça cometidas por eles.
c)  os sertanejos se rebelassem contra eles e decretassem guerra contra os fazendeiros e contra o governo.
d)  os sertanejos desenvolvessem a economia local, concorrendo assim com eles e provocando a falência de muitos fazendeiros.
e)  os sertanejos se fortalecessem e restabelecesse o império.

4. Há quem ache que o Brasil não deu certo, olha apenas indicativos objetivos e busca comparações com os Estados Unidos. Estes afirmam que se trata de um equívoco freqüente. A narrativa afirma que muita coisa não deu certo mesmo! Outras deram e muitas outras ainda poderão dar. De acordo com o narrado no documentário, podemos considerar como mazelas (o que NÃO deu certo):
a)  educação, saúde, instabilidade das instituições políticas.
b)  saúde, forças armadas, levantes de protestos sociais.
c)  educação, ensino técnico e desenvolvimento tecnológico.
d)  saúde, educação e indústria petrolífera.
e)  educação, comércio e tecnologia da informação.

5. O autor chama nossa atenção, afirmando que o mais importante, para nós brasileiros, é “inventar o Brasil que nós queremos”. De acordo com o contexto do documentário, este alerta nos traz a ideia de uma nação que
a)  as pessoas se especializem na agricultura para não faltar alimentos.
b)  todos tenham trabalho para comprar tudo o que quiserem.
c)  as pessoas tenham educação de qualidade para serem mão-de-obra qualificadas.
d)  seja habitável, as pessoas sejam felizes; que todos possam se alimentar bem.
e)  reinvente uma cultura original, porque só assim teremos nossa própria identidade.

Apresentar gabarito no caderno para visto do professor: 1. ___ 2. ___ 3. ___ 4. ___ 5. ____


Imagens disponíveis em: http://www.blogdopedroeloi.com.br (Acesso em: 01/03/2017)

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

ATIVIDADE DE SOCIOLOGIA - QUESTÕES sobre o Documentário HIATO

Temática: Estratificação e Classes Sociais


Orientações para realização da atividade:

- Assista ao vídeo e responda as questões abaixo no caderno;
- Apresentar o GABARITO para visto do professor (escrever as questões assinaladas)


Acesse o Documentário no LINK https://www.youtube.com/watch?v=UHJmUPeDYdg

ou assista aqui:



QUESTÕES


1) O documentário Hiato, de Vlademir Seixas, apresenta uma cobertura sobre um acontecimento ocorrido no dia 3 de agosto de 2000 no shopping Rio Sul, o maior shopping de classe média/alta na zona sul, em Botafogo, bairro do Rio de Janeiro.

Assinale a alternativa que mais identifica a reflexão trazida pelo filme.
         
a) a forma de como se relacionam as classes sociais existentes em nosso país com suas divergências e atitudes pessoais.
b) a preocupação da sociedade em ensinar às pessoas mais pobres, sobre o comportamento adequado em ambiente diferente do seu cotidiano.
c) como a sociedade pratica o juízo de valor e, assim, combate o preconceito
d) incentiva as pessoas de classes sociais mais baixas a invadirem mais shoppings nas capitais

2) As pessoas que fizeram a ocupação do shopping faziam parte de um grupo que, sociologicamente, é conhecido como:

a) Grupo guerrilheiro armado
b) Grupo revolucionário
c) Movimento social
d) ONG

3) As pessoas que participaram da ocupação queriam poder circular no espaço público como qualquer outro cidadão, no entanto entre lojistas e transeuntes, ao vê-las, houve a reação de 

a) alegria
b) perplexidade
c) enfrentamento
d) apoio

4) De acordo com os entrevistados, entre os profissionais e os participantes do manifesto, o filme tem como um dos pontos fundamentais mostrar que

a) as pessoas pobres sonham em comprar nos shoppings
b) o poder público sempre se posiciona do lado das classes mais vulneráveis socialmente
c) as pessoas pobres gostam de visitar os shoppings, pois encontram pessoas receptivas e que lhes oferecem lanches
d) que existe uma realidade escondida em relação à exclusão social

5) Entre as várias reflexões trazidas pelo filme, em relação à exclusão social, uma das principais foi que
         
a) as sociedades capitalistas não dividem a sociedade em classes.
b) a exclusão social se dá apenas nas principais capitais brasileiras.
c) é necessário discutir sobre este problema tão presente e tão preocupante no mundo atual.
d) os depoimentos dos profissionais da área de comunicação social demonstram falta de noção destes, sobre as divisões das classes sociais.

6) Em relação a algumas atitudes de pessoas que estão no recinto, rapidamente captadas pelas câmeras de filmagem, demonstram de forma clara 

a) a vontade de segurar no colo as crianças do grupo manifestante
b) o sentimento de pena daqueles sem-teto
c) o desejo que eles tivessem condições econômicas para adquirirem os produtos vendidos no local
d) o preconceito com classes mais baixas


7) Em relação à temática, qual a cena que mais chamou sua atenção? Justifique.
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sábado, 15 de outubro de 2016

ATIVIDADE DE SOCIOLOGIA - QUESTÕES sobre o Filme O XADREZ DAS CORES

Temática: Formas de VIOLÊNCIA

**ATENÇÃO** Apresentar gabarito NO CADERNO para visto do professor
   (escrever as questões assinaladas)


Assista o filme AQUI: https://www.youtube.com/watch?v=NavkKM7w-cc



1) Sobre as bases da abordagem sociológica e Segundo a Organização Mundial da Saúde
(OMS), no Relatório Mundial sobre a Violência e Saúde (2002), a violência pode ser definida como o uso intencional de força física ou do poder contra si mesmo, outra pessoa, um grupo ou uma comunidade.
A violência se dá de diversas formas: A violência física, que gera danos – permanentes ou não – à sua integridade física; a violência psicológica, que constrange a vítima a adotar comportamentos contra sua vontade ou privam-na de sua liberdade e a violência simbólica, quando as relações de dominação entre grupos sociais encontram-se tão enraizadas e naturalizadas que a violência exercida por uns sobre os outros é vista como uma parte “natural” da ordem social estabelecida. Exemplo: a dominação masculina sobre as mulheres que, consideradas em nossa sociedade “naturalmente” mais fracas e sensíveis, devem se submeter aos homens.

Assinale a alternativa em que cita casos de violência física e psicológica, respectivamente.

a) humilhações, ameaças de agressão / tentativas de asfixia, de afogamento, de homicídio.
b) xingamentos, uso constante de palavrões, expressões depreciativas / tapas, empurrões, chutes, mordidas, queimaduras
c) tapas, empurrões, chutes, mordidas, queimaduras / tentativas de asfixia, de afogamento, de homicídio.
d) tentativas de asfixia, de afogamento, de homicídio / xingamentos, uso constante de palavrões, expressões depreciativas.
e) humilhações, ameaças de agressão / tapas, empurrões, chutes, mordidas, queimaduras.


2) O filme O Xadrez das Cores traz uma bela reflexão sobre a questão do preconceito como forma de praticar os diversos tipos de violência.

Assinale a alternativa em que indica cenas ou frases que mais identificam uma forma de violência física.

a) “Preto como você só serve pra jogar futebol...”.
b) Ao convidar Cida para jogar xadrez, D. Estela só queria mostrar sua “superioridade” em relação à empregada negra.
c) “...ela não volta a trabalhar aqui, enquanto a senhora não se arrepender do que fez...”
d) “peão é como empregada doméstica: não vale nada”
e) “Estou com muita dor, me serve dois comprimidos...”


3) O filme narra uma história tensa, mostrando que a vida se desenvolve como um jogo de xadrez. As abordagens tratadas durante a narrativa apontam para a ideia de como tratar além de questões racionais como:

a) pobreza, solidão, velhice, perda, e superação.
b) violência infantil, pobreza, velhice, perda, e superação.
c) solidão, pobreza, velhice, perda, e segurança pública.
d) pobreza, solidão, velhice, emprego doméstico, e superação.
e) velhice, pobreza, solidão, perda, e obediência.


4) Ao longo do curta, podemos encontrar exemplos de como combater cada tipo de violência encontrada no filme. Assinale a alternativa que descreva corretamente uma forma de combate para a respectiva forma de violência.

a) Violência física - Os meninos devem brincar expressando a violência cotidiana, assim, quando crescerem, vão evitar comportamentos violentos
b) Violência psicológica – observar que “Preto só conhece xadrez na delegacia”
c) Violência simbólica – para combater questões psicológicas, como ciúme ou constrangimento social, devemos incentivar o aborto, como fez o marido de D. Estela
d) Violência simbólica – Cida enxerga no jogo de xadrez que um peão pode se transformar em rainha, mudando sua realidade social
e) Violência física – Embora apareça só na imaginação, as pessoas-peças lutavam umas contra as outras com espadas


5) Numere corretamente:

         (1) Violência Física    (2) Violência psicológica     (3) Violência simbólica

(    ) “Preto só conhece xadrez na delegacia”.
(   ) D. Estela, a princípio, só queria mostrar sua “superioridade” em relação à empregada negra.
(    ) D. Estela derruba ao chão o suco servido por Cida.
(    ) Lembrança de Cida da morte de seu filho que fora baleado na frente de casa.
(    ) “Preto como você só serve pra jogar futebol...”.
(    ) “peão é como empregada doméstica: não vale nada”

Assinale a alternativa que contem a correta sequencia de cima para baixo:

a) 1,2,2,1,2,3
b) 3,2,1,1,3,2
c) 3,2,1,3,2,2
d) 2,1,1,3,2,1
e) 3,2,1,1,1,3



terça-feira, 17 de maio de 2016

ATIVIDADE DE SOCIOLOGIA (Etnocentrismo) e HISTÓRIA (Neocolonialismo) - SOBRE O filme AVATAR

QUESTÕES – Apresentar gabarito NO CADERNO para visto do professor

1) O filme Avatar traz uma bela reflexão sobre o choque de culturas, uma das questões do etnocentrismo, decorrente da expansão da ordem social moderna e suas terríveis consequências para as sociedades tradicionais.

Assinale a alternativa que mais identifica uma das principais causas que levou à exploração do planeta Pandora, na principal missão dos cientistas.

a) conhecer melhor a terra dos Na’vi e experimentar o seu valor religioso e os poderes da deusa Eywa.
b) a realização do sonho de aventuras nas incríveis montanhas flutuantes e em outras de suas belezas surpreendentes e paradisíacas.
c) interagir com os alienígenas e fazê-los sair pacificamente de suas terras.
d) incentivar os avatares a se conectarem a Árvore das Almas e se tornarem Na’vi de verdade.
e) exploração do território, pois no local, há a maior reserva de um mineral muito valioso.

2) A Humanidade sempre foi formada por sociedades e estas, por culturas. Todas com características peculiares e distintas. No longa-metragem, o diretor James Cameron leva às telas uma discussão atemporal sobre

a) como pode ser perigoso, para o ser humano, tentar coexistir com a natureza.
b) como um grupo de terráqueos, que vai morar em Pandora, é desafiado a estabelecer uma estratégia de harmonia cultural com um povo nativo desconhecido e de pensamentos diferentes.
c) a necessidade de organizar um aparato militar com um comandante que reconheça a força do inimigo.
d) a diferença cultural de cada povo, afinal, não importa em que ano, as culturas e as opiniões sobre estas, sempre estarão lá, e em debate.
e) tentar fazer com que os habitantes de Pandora não vejam os terráqueos como pessoas más.

3) Ao longo do filme, percebe-se várias posturas etnocêntricas.

Assinale a alternativa em que conste, respectivamente, um personagem e uma frase que demonstre o Etnocentrismo.

a) Norm Spellman (biólogo que estuda a natureza de Pandora), “...Eywa é a divindade deles...”
b) Parker Selfridge (administrador da estação em Pandora), “...os macacos verdes...gostam de lama...”
c) Dra. Grace Augustine (diretora do projeto Avatar), “são milicos cabeça de prego”
d) Jake Sully (ex-fuzileiro naval selecionado para o programa Avatar), “...eu preciso aprender a ser um deles”
e) coronel Miles Quaritch, “lá fora...cada criatura...quer matar vocês e comer seus olhos...”

4) Esse filme apresenta entre seus temas principais, a capacidade do ser humano de reflexão e tomada de decisões contrárias ao que antes julgava certo. O diretor Cameron confirmou essa ideia, quando mostra o protagonista morrendo para o nosso mundo e renascendo no Planeta Pandora, o que revela uma remota esperança de que os homens consigam reverter situações de guerras, conflitos e destruição, em uma nova perspectiva de vida onde possam viver em paz e com sabedoria. Podemos afirmar que estes aspectos estão diretamente ligados com

a) as relações humanas e a harmonia para lutarmos todos juntos na conservação do capitalismo
b) as relações humanas e a preservação ambiental
c) as relações humanas e a busca do progresso tecnológico
d) as relações humanas e o cuidado para sempre “confiar desconfiando”
e) conservar as relações humanas, contudo punir os que se rebelam contra o progresso

quinta-feira, 12 de maio de 2016

SÉRIE: Consumismo e Juventude - E.M.

Juventude, Consumismo e o Valor das Relações Familiares
MATÉRIA PARA ELABORAÇÃO DE ATIVIDADE
Observações:
1) TEXTOS - Leitura / Resumo / Conclusão;
2) TABELAS - Texto com a análise-interpretativa / conclusão;
3) VÍDEOS - Assistir / Relatório / Conclusão.

PARTE 1

Propagandas apostam no comportamento impulsivo da juventude [1]

Os números comprovam: os jovens são os maiores freqüentadores de shopping centers no Brasil. E, conseqüentemente, os que mais consomem. Uma pesquisa feita pelo Instituto Iplos Marplan em oito capitais brasileiras, divulgada em 2005, mostra que 37% dos jovens fazem compras nos shoppings, contra 33% da população geral. De acordo com o estudo, pessoas na faixa etária entre 15 e 24 anos apresentam grande necessidade de consumo. Portanto, jovens, pais, educadores: fiquem atentos!

De olho nessa parcela, o mercado oferece uma enorme variedade de produtos, nas lojas e na mídia. Roupas, sapatos, tênis, óculos de sol, Ipods, computadores, celulares e carros são os principais na lista de preferências da juventude. Segundo um outro estudo, realizado pela Universidade de Brasília (UnB), para a sociedade o shopping center é como um espaço privado, criado para solucionar os problemas da cidade. Um “mundo isolado" no qual se foge do sol, chuva, poluição, e pedintes, por exemplo.

Com tantas vantagens é comum que as pessoas passem horas dentro de um shopping; as lojas se tornam um grande atrativo, e mesmo que alguém esteja lá por outro motivo que não seja comprar, muitas vezes acaba levando algo para casa, até mesmo sem necessidade, apenas por seguir um impulso.

Publicidade prioriza a juventude
É comum observarmos nos anúncios publicitários jovens saudáveis e bonitos, sorridentes, sempre se divertindo e mostrando uma vida sem problemas. Os empresários estão de olho na juventude; as campanhas incentivam o imediatismo, a idéia de aproveitar a vida para não se arrepender do que podia ter feito e não fez.

A publicidade aposta no comportamento impulsivo do jovem, que consome de forma desenfreada. A idéia é que assim que assistir ao anúncio a pessoa consuma rapidamente o produto. Sabe-se que nem todo jovem compra, viaja e se diverte sem pensar nas conseqüências. Mas é fato que, quanto mais nova e inexperiente, mais influenciável a esse tipo de conduta é a pessoa.

A produtora executiva Deborah Brasil conta que viveu essa fase consumista até os 20 anos de idade. "Não tenho esse perfil, mas quando fui estudar e trabalhar nos Estados Unidos comecei a ver tantas coisas baratas que comprava mesmo sem necessidade, além de gastar muito dinheiro com viagens também", revela.

Alguns especialistas dizem que os dias atuais colaboram para uma situação como esta. Muitos avaliam que hoje o jovem possui uma idéia de que seu dinheiro é individual. E mesmo aquele que trabalha fora não contribui financeiramente em casa, se sentindo, assim, livre para consumir da maneira que quiser.

Sempre em busca de algo novo

Para o psicólogo Dárcio Miranda, especialista na linha comportamental cognitiva (que baseia-se na teoria de aprendizagem social), existem duas vertentes que levam ao consumismo. "O que vem primeiro é o fator novidade. O jovem, por natureza, já apresenta uma tendência de buscar o que é novo. No Japão, por exemplo, em um período de seis meses, qualquer produto já está obsoleto. Então, o fator do desenvolvimento tecnológico, associado ao aspecto da característica do jovem de querer conhecer o novo, aumenta esta necessidade de comprar", explica.

O psicólogo afirma que o segundo fator é que os pais estão menos integrados na relação familiar. “É quando surge este espaço de carência, que precisa ser compensado. Então, este jovem transfere sua necessidade para o mercado que a mídia oferece. Se sentindo assim mais bem aceito na sociedade”, afirma.


PARTE 2 - VÍDEOS

















PARTE 3

Eles gastam muito
Com um apetite consumista maior que o da média da população, o jovem brasileiro sabe onde quer gastar e ainda influencia as compras da família

   São adolescentes, mas pode chamá-los de maquininhas de consumo. Um estudo realizado com garotas e rapazes de nove países mostra que no Brasil sete em cada dez jovens afirmam gostar de fazer compras. Desse grupo de brasileiros, quatro foram ainda mais longe – disseram ter grande interesse pelo assunto. O resultado da pesquisa, que tomou como base um trabalho da Organização das Nações Unidas (ONU) chamado Is the Future Yours? (O Futuro é seu?), foi significativo: os brasileiros ficaram em primeiríssimo lugar no ranking desse quesito, deixando para trás franceses, japoneses, argentinos, australianos, italianos, indianos, americanos e mexicanos. Ou seja, vai gostar de consumir assim lá no shopping center.

   E não precisa nem mandar, porque a turma vai mesmo. Outra pesquisa, feita pelo Instituto Ipsos-Marplan, constatou que 37% dos jovens fazem compras em shoppings, contra 33% dos adultos. Nem sempre os mais novos adquirem produtos mais caros, mas, proporcionalmente, têm maior afinidade com as vitrines. A lista de vantagens dos adolescentes sobre outros públicos é de tirar o fôlego: eles vão mais vezes ao cinema, viajam com maior freqüência, compram mais tênis, gostam mais de roupas de grife – mais caras que as similares sem marca famosa –, consomem mais produtos diet, têm mais computadores, assistem a mais DVDs e vídeos e, só para terminar, são mais vorazes na hora de abocanhar balas, chicletes e lanches. Não é à toa que a falência antes do fim do mês é maior entre os jovens: invariavelmente atinge quase a metade deles, que estoura a mesada ou o salário.

   O poder dos adolescentes sobre o mercado vai mais longe ainda, mesmo que eles não dêem a mínima para abstrações como "mercado". Costumam, por exemplo, aparecer com mais assiduidade no balcão. Pessoas com menos de 25 anos trocam de aparelho celular uma vez por ano (as mais velhas, a cada dois anos). Em relação às bicicletas, só para citar mais um exemplo, a situação é semelhante. Os adolescentes não são os maiores compradores do setor, mas aposentam uma bike a cada quatro anos. Os mais velhos só mudam de selim de sete em sete anos. Diante de tantas evidências, não causa surpresa que o gasto médio das famílias brasileiras seja maior nas casas em que moram adolescentes de 13 a 17 anos. Nesses domínios, a lista dos cinco produtos mais consumidos traz, em primeiro lugar, o leite longa vida. Depois vêm os refrigerantes. Nos lares com jovens entre 18 e 24 anos, a hierarquia é surpreendente. O refrigerante lidera o ranking, seguido por leite, óleo vegetal, cerveja e café torrado – o que explica o fato de a Coca-Cola ter no Brasil seu terceiro maior mercado em todo o mundo.

   O poder de consumo dos jovens é um filão que anima vários setores da economia. Há em curso uma corrida para conquistar o coração dessa rapaziada (e o bolso dos pais). As grandes marcas desenvolvem estratégias milionárias para tornar esse público fiel desde já. A maior parte do que se produz no mercado publicitário, que movimenta 13 bilhões de reais por ano, tem como alvo a parcela de 28 milhões de brasileiros com idade entre 15 e 22 anos. É esse grupo que fornece boa parte do ideário da propaganda, enchendo os anúncios com mensagens de liberdade e desprendimento. Mostra-se extraordinária também a influência que essa molecada exerce sobre as compras da família. Oito em cada dez aparelhos de som só saem das lojas a partir do aval da ala jovem do lar. A fabricante de eletrodomésticos Arno não faz nada sem pensar nos mais novos, pois, na comum ausência das mamães trabalhadoras, é a garotada quem usa espremedores de fruta, tostadores de pão, sanduicheiras e liquidificadores. "Hoje, vendemos tanto para os filhos como para as donas-de-casa", conta Mauro de Almeida, gerente de comunicação da Arno, que mantém duas escolinhas de gourmet para cativar consumidores desde a pré-adolescência.

   Essa influência é exercida já em tenra idade. Nos dias de hoje, um indivíduo é considerado consumidor aos 6 anos. Nesse momento as crianças começam a ser ouvidas na hora de tirar um produto das prateleiras do supermercado. Para cada dez crianças de até 13 anos, sete pedem itens específicos às mães. O poder jovem também se nota na hora de esvaziar o carrinho no caixa. Um quarto do que é registrado foi pedido pela garotada. "Nós educamos as crianças e os jovens para que tenham autonomia, opinião, poder de decisão. Pois é, eles aprenderam e decidem o que comprar por nós", ironiza Rita Almeida, especialista em tendências e hábitos de consumo de adolescentes da agência de propaganda AlmapBBDO.

PARTE 4 - ENTREVISTA - Revista Veja [2]

O problema não é comprar
A jornalista americana Alissa Quart, autora de um livro sobre hábitos de compra dos adolescentes, fala do consumismo juvenil

Veja – O jovem é um consumista?
Alissa Quart – Todo mundo é consumista, em maior ou menor grau, adultos ou adolescentes. Em 2001, os jovens gastaram 155 bilhões de dólares nos Estados Unidos. Em média, o adolescente americano gasta 60 dólares por semana do próprio dinheiro. Apenas 56% desse valor vem da mesada dos pais. O restante ele ganha sozinho, normalmente trabalhando em empregos de meio período.

Veja – Por que os jovens estão comprando produtos de luxo?
Alissa – Porque nos últimos anos as empresas adotaram a estratégia de direcionar esses produtos para os jovens. Esse avanço foi influenciado pelo estilo de vida dos astros de rap e hip hop, que valorizam esses produtos em sua música e em sua vida pessoal. Marcas caras, como Louis Vuitton, tornaram-se símbolos de cultura popular. O interesse por esses símbolos de status também cresceu bastante entre os adultos e, por conseqüência, entre seus filhos.

Veja – Por que os pais não tentam barrar essa avalanche de consumismo juvenil?
Alissa – Porque o consumismo não é considerado um problema. O que preocupa é se as filhas vão engravidar ou se os filhos vão se viciar em crack. Nesse contexto, consumir é inofensivo. O consumo é visto como uma conquista do adolescente, sua primeira inserção no mundo adulto. Os pais dão mesadas aos filhos como uma preparação para a responsabilidade de ter o próprio dinheiro. Na verdade, o consumismo só se torna realmente perigoso quando assume proporções exageradas.

Veja – Como mostrar a um adolescente que um produto de luxo que ele deseja comprar está fora da realidade?
Alissa – Pais e filhos deveriam tentar um olhar crítico em relação à mídia e à publicidade. Não é fácil, pois o marketing moderno utiliza-se de técnicas sutis para atingir os jovens. É comum nos Estados Unidos "infiltrar" num shopping center adolescentes usando marcas de grife. A idéia é estimular seus amigos a comprar aqueles produtos. Os pais não devem apenas dizer não. Precisam também estar atentos às técnicas para induzir as compras.

PARTE 5 - TABELAS







Fontes:
[1] http://www.elnet.com.br/news_interna.php?materia=4574
[2] http://veja.abril.com.br/especiais/jovens_2003/p_080.html